Desde o início do ano, uma equipe de reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, vem acompanhando a rotina de quatro jovens professores da rede pública de ensino.
Tal trabalho resultou na exibição, aos domingos, do quadro "Conselho de classe". O objetivo maior desse quadro é mostrar a realidade dentro das salas de aula em nosso país, bem como os problemas que os professores enfrentam para tentar ministrar suas aulas.
O cenário principal é a escola República do Peru, situada no bairro do Méier, Rio de Janeiro. É lá o local no qual 4 jovens professores dão aulas: cada um de forma diferente, ao seu modo.
Estilos à parte, todos os professores têm um dilema: conseguir prender a atenção de seus alunos. Enquanto esses profissionais tentam explicar a lição, no fundo da sala de aula um grupo conversa e outro brinca de se maquiar. Os professores chamam a atenção. Uma. Duas. Três vezes. Em vão. Os alunos não estão nem aí para o que acontece.
Embora o quadro seja gravado numa escola pública, a realidade no sistema particular também não é muito diferente. Fones de ouvido e jogos ganham mais atenção do que os cadernos e canetas.
A verdade é que a educação é um dos entraves no caminho para o desenvolvimento de nosso país. Já até abordamos esse tema antes no blog. Faltam professores qualificados, infraestrutura... Mas parte da responsabilidade pelo nosso mau desempenho nas avaliações internacionais não é só dos políticos. Alunos que não se comportam de forma adequada em sala de aula dificultam sua própria vida (e seu futuro) e a dos demais. Assim, fica ainda mais complicado para os professores darem aulas e o aprendizado é prejudicado.
Uma das formas, então, de tentar reverter esse quadro é cobrar mais de nossos estudantes. Participação, pontualidade e postura dentro de sala de aula são essenciais.
Link de um dos episódios: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1676694-15605-456,00.html
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Pequeno torcedor
Assim que saiu da maternidade, ele já tinha um presente especial à sua espera: o uniforme do time de coração de seu pai. Mesmo que a contragosto da mãe, o pai não hesitou em comprar a roupa. Era uma forma de tentar convencer logo o garoto sobre qual time deveria torcer. Mesmo que, com aquela idade, ele não fizesse a menor ideia do que aquilo significava.
O menino foi crescendo e o pai continuou incentivando-o. Vitória do time? Uniforme no garoto!
A mãe, por sua vez, não gostava muito daquilo. Achava que deveriam esperar o garoto crescer para ele fazer suas próprias escolhas. Mas não tinha jeito. Nada impedia o pai de "cumprir aquela missão".
Por anos, o pai esperou para ir ao estádio com o menino. Assim, logo que fez 4 anos, lá foram os dois acompanhar de perto o time.
No tão esperado dia, saíram de casa com antecedência. O garoto estava bastante animado. Com uma camisa tão longa que tropeçava em seus próprios pés, ele tremulava aquela bandeira radiante.
O pai estava orgulhoso ao ver que suas "investidas" deram certo. Conseguira despertar desde cedo a paixão daquele torcedor. Agora, não tinha mais erro. Ele levaria aquele escudo no peito para sempre.
No estádio, o menino teve seu rosto pintado com as cores do clube e entrou junto com os jogadores. Estava eufórico. Mas, dentro de campo, a situação era bem diferente. O time jogava mal e era dominado pelo
adversário. Os gols saíam com facilidade para a equipe visitante. Um. Dois. Três...
Antes mesmo do fim do jogo, a torcida já abandonava seus lugares e saía do estádio cabisbaixa. O clube vivia uma época difícil e sem títulos.
Fim de jogo. O pai deu a mão ao menino e ambos se encaminharam à saída. O garoto, mesmo com a derrota, continuava cantarolando e agitando sua bandeira. Foi, então, que o menino percebeu que seu pai estava diferente:
- O que houve, papai? Se machucou? Por que você está chorando?
O menino foi crescendo e o pai continuou incentivando-o. Vitória do time? Uniforme no garoto!
A mãe, por sua vez, não gostava muito daquilo. Achava que deveriam esperar o garoto crescer para ele fazer suas próprias escolhas. Mas não tinha jeito. Nada impedia o pai de "cumprir aquela missão".
Por anos, o pai esperou para ir ao estádio com o menino. Assim, logo que fez 4 anos, lá foram os dois acompanhar de perto o time.
No tão esperado dia, saíram de casa com antecedência. O garoto estava bastante animado. Com uma camisa tão longa que tropeçava em seus próprios pés, ele tremulava aquela bandeira radiante.
O pai estava orgulhoso ao ver que suas "investidas" deram certo. Conseguira despertar desde cedo a paixão daquele torcedor. Agora, não tinha mais erro. Ele levaria aquele escudo no peito para sempre.
No estádio, o menino teve seu rosto pintado com as cores do clube e entrou junto com os jogadores. Estava eufórico. Mas, dentro de campo, a situação era bem diferente. O time jogava mal e era dominado pelo
adversário. Os gols saíam com facilidade para a equipe visitante. Um. Dois. Três...
Antes mesmo do fim do jogo, a torcida já abandonava seus lugares e saía do estádio cabisbaixa. O clube vivia uma época difícil e sem títulos.
Fim de jogo. O pai deu a mão ao menino e ambos se encaminharam à saída. O garoto, mesmo com a derrota, continuava cantarolando e agitando sua bandeira. Foi, então, que o menino percebeu que seu pai estava diferente:
- O que houve, papai? Se machucou? Por que você está chorando?
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Possibilidades
É possível voar?
Há vida fora do planeta Terra?
Mas não me refiro a essa perguntas tão complexas da ciência que já foram, inclusive, respondidas ao longo dos anos. Minha dúvida é mais particular, quase uma angústia existencial.
Será que devo ir em frente? Acreditar em mim? E se eu for rejeitado? E se rirem da minha cara? Não, não posso pensar assim. Esse tipo de pensamento só me deixa ainda mais ansioso e pessimista.
Minha família sempre falou para eu acreditar mais em mim, ser mais confiante. Mas o problema é agir. Ainda mais depois de tantas decepções, tantas lágrimas derramadas... A ferida ainda dói.
Seria tão mais simples se alguém estivesse disposto a me ouvir, tentar entender o que estou passando. No entanto, onde estão meus conhecidos nessas horas?
Certamente, seria bem mais fácil se a vida fosse um mero jogo de tabuleiro. Lançaria os dados, avançaria algumas casas. As consequências ficariam restritas ao jogo, não passariam para a vida real.
Contudo aqui não há dados, nem peões, muito menos tabuleiros. A responsabilidade é minha, somente minha. Espero tomar a decisão certa. Dar um xeque-mate. Ou seria a cartada final?
Ah, quer saber? Chega de devaneios e suposições. As chances são pequenas, mas vou em frente. Suando, tremendo, sem confiança, mas persisto.
Quem sabe ela gosta de mim?
Há vida fora do planeta Terra?
Mas não me refiro a essa perguntas tão complexas da ciência que já foram, inclusive, respondidas ao longo dos anos. Minha dúvida é mais particular, quase uma angústia existencial.
Será que devo ir em frente? Acreditar em mim? E se eu for rejeitado? E se rirem da minha cara? Não, não posso pensar assim. Esse tipo de pensamento só me deixa ainda mais ansioso e pessimista.
Minha família sempre falou para eu acreditar mais em mim, ser mais confiante. Mas o problema é agir. Ainda mais depois de tantas decepções, tantas lágrimas derramadas... A ferida ainda dói.
Seria tão mais simples se alguém estivesse disposto a me ouvir, tentar entender o que estou passando. No entanto, onde estão meus conhecidos nessas horas?
Certamente, seria bem mais fácil se a vida fosse um mero jogo de tabuleiro. Lançaria os dados, avançaria algumas casas. As consequências ficariam restritas ao jogo, não passariam para a vida real.
Contudo aqui não há dados, nem peões, muito menos tabuleiros. A responsabilidade é minha, somente minha. Espero tomar a decisão certa. Dar um xeque-mate. Ou seria a cartada final?
Ah, quer saber? Chega de devaneios e suposições. As chances são pequenas, mas vou em frente. Suando, tremendo, sem confiança, mas persisto.
Quem sabe ela gosta de mim?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O pescador
O dia mal começou a nascer e lá estão eles de novo. Em seus pequenos e humildes barcos, parte da colônia de pescadores já está de pé e se lança ao mar.
O que esperar? Essa é uma verdadeira incógnita. O dia pode ser de fartura e o pescador voltar com sua rede cheia e um sorriso que não cabe no rosto. Mas o contrário também pode acontecer. Voltar para a casa cabisbaixo e com a rede vazia.
A responsabilidade é ainda maior para esses pescadores. Não pescam por prazer apenas, mas por profissão. São dessas águas que eles tiram o sustento da família. Uma boa pesca pode compensar vários dias ruins.
Assim também é a vida. Um constante lançar de redes. Às vezes, estamos confiantes, mas a rede volta vazia. Às vezes, a pescaria é tanta que uma só rede não é suficiente.
Mesmo diante dessas incertezas, temos que ser como os pescadores: levantar a cabeça e esperar pelo raiar de um novo dia. Quem sabe algo de especial não está reservado para o dia seguinte?
Para isso, é preciso continuar acreditando e trabalhando. Estar sempre disposto a lançar novas redes. E a cada pescaria, a esperança se renova.
"Hoje vai dar certo".
O que esperar? Essa é uma verdadeira incógnita. O dia pode ser de fartura e o pescador voltar com sua rede cheia e um sorriso que não cabe no rosto. Mas o contrário também pode acontecer. Voltar para a casa cabisbaixo e com a rede vazia.
A responsabilidade é ainda maior para esses pescadores. Não pescam por prazer apenas, mas por profissão. São dessas águas que eles tiram o sustento da família. Uma boa pesca pode compensar vários dias ruins.
Assim também é a vida. Um constante lançar de redes. Às vezes, estamos confiantes, mas a rede volta vazia. Às vezes, a pescaria é tanta que uma só rede não é suficiente.
Mesmo diante dessas incertezas, temos que ser como os pescadores: levantar a cabeça e esperar pelo raiar de um novo dia. Quem sabe algo de especial não está reservado para o dia seguinte?
Para isso, é preciso continuar acreditando e trabalhando. Estar sempre disposto a lançar novas redes. E a cada pescaria, a esperança se renova.
"Hoje vai dar certo".
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Bravo!
Hora de colocar a maquiagem. Pó no rosto, roupas coloridas, peruca e, por fim, o toque especial: o nariz. Estripulia repete esse processo há anos.
Antes mesmo de atuar como palhaço, já trabalhava no circo. Tradição de família, começou aprendendo malabarismo e depois foi se aperfeiçoando e ocupando outras funções.
Desde pequeno, junto com seus pais, nunca morou por muito tempo em uma cidade. Viajava por todo o Brasil com o espetáculo. Era um nômade por opção. Adorava ver a alegria com que as crianças do interior recepcionavam o circo. Bastava começar a montar a lona que gente de toda parte vinha perguntar quando seria a próxima atração.
Em dias de espetáculo, a arena ficava lotada. Era diversão garantida para o público e para quem trabalhava ali. Crianças, seus pais e familiares davam um colorido ainda mais especial àquele universo.
Contudo, os anos se passaram. Seus pais faleceram e ele ficou responsável pela administração daquele circo. Se empenhava ao máximo na tarefa. Mas a verdade é que as coisas haviam mudado: quase não havia mais shows para fazer e os poucos espetáculos marcados ficavam vazios.
O circo como forma de diversão fora perdendo espaço para televisões e os computadores. A violência também influenciou: já não se podia andar mais normalmente à noite por ruas desertas. As crianças ficavam, então, dentro de casa, enclausuradas.
Estripulia sentia muito essas mudanças. Ainda mais ele, que viveu a "época de ouro" do circo. Mas, mesmo assim, ele não desistia . Continuava administrando seu negócio. Mesmo com poucos e esvaziados espetáculos, ele ainda se encantava. Um breve sorriso de uma criança bastava para que ele continuasse firme na luta. A luta para levar alegria e diversão, ainda que passageiras, para os mais jovens.
Antes mesmo de atuar como palhaço, já trabalhava no circo. Tradição de família, começou aprendendo malabarismo e depois foi se aperfeiçoando e ocupando outras funções.
Desde pequeno, junto com seus pais, nunca morou por muito tempo em uma cidade. Viajava por todo o Brasil com o espetáculo. Era um nômade por opção. Adorava ver a alegria com que as crianças do interior recepcionavam o circo. Bastava começar a montar a lona que gente de toda parte vinha perguntar quando seria a próxima atração.
Em dias de espetáculo, a arena ficava lotada. Era diversão garantida para o público e para quem trabalhava ali. Crianças, seus pais e familiares davam um colorido ainda mais especial àquele universo.
Contudo, os anos se passaram. Seus pais faleceram e ele ficou responsável pela administração daquele circo. Se empenhava ao máximo na tarefa. Mas a verdade é que as coisas haviam mudado: quase não havia mais shows para fazer e os poucos espetáculos marcados ficavam vazios.
O circo como forma de diversão fora perdendo espaço para televisões e os computadores. A violência também influenciou: já não se podia andar mais normalmente à noite por ruas desertas. As crianças ficavam, então, dentro de casa, enclausuradas.
Estripulia sentia muito essas mudanças. Ainda mais ele, que viveu a "época de ouro" do circo. Mas, mesmo assim, ele não desistia . Continuava administrando seu negócio. Mesmo com poucos e esvaziados espetáculos, ele ainda se encantava. Um breve sorriso de uma criança bastava para que ele continuasse firme na luta. A luta para levar alegria e diversão, ainda que passageiras, para os mais jovens.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Top 10- Letras da Legião Urbana
Essa é uma lista diferente. Não pretende eleger as 10 melhores músicas da Legião Urbana, até porque enquanto fã seria quase impossível escolher apenas 10. Esse Top 10 tenta escolher as mais belas letras da banda, tarefa essa também muito difícil. Renato Russo é, certamente, um dos melhores compositores de sua geração, senão o melhor. Suas composições transitam desde críticas políticas até grandes declarações de amor.
Essa iniciativa do Top 10 também se encaixa perfeitamente na proposta do blog de contribuir para a disseminação da literatura em nosso país. E se, lamentavelmente, muitos não gostam deler, a música tem um público maior. Assim, juntamos os dois: música e literatura.
Top 10 (ordem alfabética e com as letras para acompanhar)
Desde já, reconheço que ótimas composições ficaram de fora dessa minha lista pessoal, casos de Por enquanto, Será, Metal contra as nuvens, Monte Castelo, Eduardo e Mônica... Se você achar que ficou faltando alguma música também, cornete nos comentários!
Essa iniciativa do Top 10 também se encaixa perfeitamente na proposta do blog de contribuir para a disseminação da literatura em nosso país. E se, lamentavelmente, muitos não gostam deler, a música tem um público maior. Assim, juntamos os dois: música e literatura.
Top 10 (ordem alfabética e com as letras para acompanhar)
Daniel na cova dos leões
Grande metáfora essa letra. Já foi, inclusive, interpretada pelo nosso blog
Faroeste Caboclo
168 versos diferentes contam a história de um migrante brasileiro
Geração coca-cola
A revolta adolescente contra o excesso de americanismo
Há tempos
A frustração de um jovem diante do mundo em que vive
"Índios"
A visão dos índios também tem sua vez
Pais e filhos
Verdadeira declaração de amor aos nossos pais
Perfeição
Ironia com os problemas brasileiros
Que país é este?
Música da década de 70 que permanece atual
Tempo perdido
Um olhar sobre a temporalidade
Vento no litoral
A dor da perda de um companheiro
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Nostalgia
Veja se você se identifica. Aproveite para relembrar sua infância conosco.
Autorama. Futebol de botão. Dedobol. Stop. Jogo da Velha. Queimado. Elástico. Amarelinha. Pique-esconde. Cama de gato. Pera, uva, maçã ou salada mista. Tamagotchi. Marco Polo. Banco Imobiliário. Jogo da Vida. Show do Milhão. Super trunfo.Onde está Wally? Resta 1. Bate-bate. Imagem e ação. War. Gameboy. Adoleta. Totó. Cama elástica. Animador de festas.
Cruj. Chiquititas. Rebelde. O diário de Daniela. Pokémon. Digimon. Sakura Card Captors. Scooby-Doo. Hamtaro. Ursinhos carinhosos. Doug Fanny. Kenan e Kel. Cocoricó. Power Rangers. Teletubbies. As princesas. Castelo Rá-Tim-Bum. Capitão Planeta. O fantástico mundo de Bob. Du, Dudu e Edu. Popeye. Pica Pau. As meninas superpoderosas. O laboratório de Dexter. Cavaleiros do Zodíacos. Garfield. Barbie. Mario Bros. Sítio do Pica-pau Amarelo. Turma da Mônica. Simpsons. Snoopy. Bob Esponja. Pooh. Rugrats. As tartarugas ninjas. Bananas de Pijamas. A vaca e o frango. Johnny Bravo. Chaves. Piu-piu e Frajola. Tom e Jerry. Nickelodeon. Cartoon Network.
Tênis de rodinha. Maria chiquinha. Maiô. Bóia. Touca. Prancha. Pulseira de borracha. Tazos. Gibis. Magic. Fliperama. Lan house. Tatuagem de Henna. Tererê. Melissa.
Backstreet Boys. Sandy e Júnior. Spice Girls. Xuxa. Angélica. Eliana. É o Tchan. Anna Júlia. Hanson.
Titanic. Space Jam. Harry Potter. Toy Story. Shrek. Procurando Nemo. Vida de inseto. Rei Leão. Pocahontas. Peter Pan. Os incríveis. Wall E. Kung Fu Panda. Era do Gelo. Madagascar. Carros. Up. Mostros S.A. Happy Feet. Pequena Sereia. Hércules. A viagem de Chihiro. A dama e o vagabundo.
Caçulinhas do Guaraná Antárticta. Polly. Minicraques. Skate de dedo. Lancheira. Mola.
ICQ. Blog. Flog. Msn. Orkut. Carmen Sandiego. Elifoot. Sonic. Mario. Minilaptop. Fita cassete. Walkman. Discman.
Fruit-tella. Bala de maçã verde. 7 Belo. Pirulito de coração. Bala juquinha. Bis. Bolo de chocolate. Push Pop. Toddynho. Fandangos. Trakinas. Jujuba. Kinder ovo. Miojo. Sucrilhos. Nescau. Pipoca. Algodão doce. Picolé. Batata Frita. Hamburguer. Brigadeiro. Coxinha. Cachorro quente. Bolinho Ana Maria. Tortuguita.
Autorama. Futebol de botão. Dedobol. Stop. Jogo da Velha. Queimado. Elástico. Amarelinha. Pique-esconde. Cama de gato. Pera, uva, maçã ou salada mista. Tamagotchi. Marco Polo. Banco Imobiliário. Jogo da Vida. Show do Milhão. Super trunfo.Onde está Wally? Resta 1. Bate-bate. Imagem e ação. War. Gameboy. Adoleta. Totó. Cama elástica. Animador de festas.
Cruj. Chiquititas. Rebelde. O diário de Daniela. Pokémon. Digimon. Sakura Card Captors. Scooby-Doo. Hamtaro. Ursinhos carinhosos. Doug Fanny. Kenan e Kel. Cocoricó. Power Rangers. Teletubbies. As princesas. Castelo Rá-Tim-Bum. Capitão Planeta. O fantástico mundo de Bob. Du, Dudu e Edu. Popeye. Pica Pau. As meninas superpoderosas. O laboratório de Dexter. Cavaleiros do Zodíacos. Garfield. Barbie. Mario Bros. Sítio do Pica-pau Amarelo. Turma da Mônica. Simpsons. Snoopy. Bob Esponja. Pooh. Rugrats. As tartarugas ninjas. Bananas de Pijamas. A vaca e o frango. Johnny Bravo. Chaves. Piu-piu e Frajola. Tom e Jerry. Nickelodeon. Cartoon Network.
Tênis de rodinha. Maria chiquinha. Maiô. Bóia. Touca. Prancha. Pulseira de borracha. Tazos. Gibis. Magic. Fliperama. Lan house. Tatuagem de Henna. Tererê. Melissa.
Backstreet Boys. Sandy e Júnior. Spice Girls. Xuxa. Angélica. Eliana. É o Tchan. Anna Júlia. Hanson.
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Caçulinhas do Guaraná Antárticta. Polly. Minicraques. Skate de dedo. Lancheira. Mola.
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Fruit-tella. Bala de maçã verde. 7 Belo. Pirulito de coração. Bala juquinha. Bis. Bolo de chocolate. Push Pop. Toddynho. Fandangos. Trakinas. Jujuba. Kinder ovo. Miojo. Sucrilhos. Nescau. Pipoca. Algodão doce. Picolé. Batata Frita. Hamburguer. Brigadeiro. Coxinha. Cachorro quente. Bolinho Ana Maria. Tortuguita.
Palavras soltas também podem fazer sentido. Não precisamos sempre de frases. Ainda mais para quem viveu esse período.
Feliz dia das crianças!
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