terça-feira, 16 de novembro de 2021
O Bota já subiu...
segunda-feira, 26 de julho de 2021
Crônica sobre uma fada brasileira
Todas as crianças crescem - menos uma. E bem cedo elas ficam sabendo que vão crescer.
Mas enquanto isso, algumas apenas sonham. E se divertem.
Rayssa Leal já tinha conquistado o Brasil e a internet antes mesmo do skate estrear nas Olimpíadas.
Mas para chegar chegar lá, às vezes precisa-se de alguma ajuda.
Tem gente que usa o pó de pirlimpimim.
"Pense em uma coisa tão boa que em um instante você voa."
Imagem: Bem Curtis/AP
domingo, 7 de fevereiro de 2021
Crônica de um rebaixamento anunciado
O Botafogo é metáfora. Da vida. Porque ela tem é feita de altos e baixos. Muitos mais fossa do que planície e planaltos. Qual a graça de vencer sempre? Qual a graça da vida perfeita do instagram? Eu prefiro valorizar as poucas vitórias.
O Botafogo é um retrato do Brasil. “O comitê de gestão”. Anos
de má gestão, brigas políticas. Falta de profissionalismo, interesses próprios.
O Botafogo é hipérbole. “Nunca vi um time tão ruim. O pior técnico.
A pior campanha de um campeão. 25 contratações”.
O Botafogo é exceção. “Há coisas que só acontecem com o
Botafogo”: o técnico estrangeiro contratado que nunca assumiu. Substituído às pressas
por um que também ficou doente.
O Botafogo é paradoxo. “Cansei desse time, não vejo mais”. Dois
dias depois: “Quanto foi o jogo das meninas?”
O Botafogo é tempo verbal. “Esse pênalti não existiria há
dois anos e não existirão daqui a um”.
O Botafogo é casamento desfeito. Honda e Kalou.
O Botafogo é Pato Donald. O reclamão, o injustiçado. “Põe na conta do árbitro. Não foi nada.”
O Botafogo é superstição. “A gente perdeu porque jogou de
branco. Onde já se viu um meião dessa cor?”
O Botafogo é conformismo. “Já sei que vai perder mais uma.
Que vai ser rebaixado. Nem vai doer tanto assim”. Nenhum jogador chorou após a queda.
O Botafogo é o facho de luz. No fundo do túnel escuro, a
esperança surge. Em um garoto de 16 anos.
O Botafogo é orgulho. Um dia após a queda, um mar de camisas
pretas e brancas na rua.
O que é aguentar menos de um ano para quem esperou mais de
21?
“Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a
poeira e dá a volta por cima”
Imagem: André Durão/ge
segunda-feira, 25 de maio de 2020
Do que é feito um ídolo (no futebol)?
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
Antologia 2019
Ler sempre foi uma das minhas grandes paixões. Mas de uns anos para cá, parecia que eu e os livros tínhamos dando um tempo na relação. Não é que eu não continuasse lendo, sempre olho o jornal impresso e me informo principalmente pelas mídias digitais. Mas abrir um livro era algo que eu não fazia com a mesma frequência de antes. Não tinha nenhuma desculpa convincente para o fato, mas foi em setembro que eu despertei: por que não voltar ao velho hábito? Comecei a me dar conta das horas em que eu perdia em frente ao computador vendo as redes sociais, assistindo a um programa qualquer na TV e o tempo gasto no deslocamento até o trabalho. Todos esses momentos podiam ser melhor aproveitados se eu estivesse fazendo algo mais produtivo como ler por exemplo. Busquei então um livro que pudesse despertar em mim o gosto pela literatura novamente. Apostei em uma tema de meu interesse para não ter erro. Como sempre li muito rápido, logo tive que comprar outro. Em um segundo momento apostei em um autor que admirava e comprei várias obras.
A intérprete (Annete Hess)
A garota alemã (Armando Lucas Correa)
A filha esquecida (Armando Lucas Correa)
A volta para casa (Bernard Schlink)
A pátria (Fernando Aramburu)
O tatuador de Auschwitz (Heather Morris)
O menino do alto da montanha (John Boyne)
Tormento (John Boyne)
Fique onde está e então corra (John Boyne)
A rede de Alice (Kate Quinn)
O homem que amava os cachorros (Leonardo Padura)
A morte de Ivan Ilítch (Liev Tolstói)
Uma praça em Antuérpia (Luize Valente)
O segredo do oratório (Luize Valente)
Sonata em Auschwitz (Luize Valente)
A filha do Reich (Paulo Stucchi)
Memorial de Maria Moura (Rachel de Queiroz)
Vozes de Tchernóbil (Svetlana Alexijevitch)
Um lugar para todos (Thity Umrigar)
Imagem: Jevgeni Salihhov
domingo, 25 de novembro de 2018
#ObrigadoJeff
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Situação dos jogadores do Botafogo - Atacantes
No sábado, você conferiu aqui os defensores e no domingo, os meias. O ataque é o setor que mais deve ter alterações para a próxima temporada, mas um nome já está confirmado: Roger, ex-atacante da Ponte Preta.
Atacantes:
Sassá - 100%, contrato até o fim de 2017.
Rodrigo Pimpão -100%, contrato até o fim de 2019.
Vinícius Tanque - 60%, contrato até o fim de 2017.
André Luis - 30%, contrato até o fim de 2017
Renan Gorne - 68%, contrato até 2019. Subiu em 2016.
Pachu - 75%, contrato até o meio de 2019. Subiu em 2016.
Roger - contratado junto a Ponte Preta para ser o centroavante da equipe no ano que vem. Experiente, tem 31 anos e marcou 22 gols em 2016.
Guilherme - pertence ao Grêmio, tem 21 anos e vem emprestado até o fim do ano.
Joel - emprestado pelo Cruzeiro até dezembro
Minha análise:
Acho que é o setor que o Botafogo mais precisa de reforços para a próxima temporada. Pelo menos uns três. A maior parte dos jogadores é inexperiente e não empolga. Artilheiro da equipe no ano, Sassá terminou a temporada arrumando confusão. Precisa colocar a cabeça no lugar se quiser continuar. Se surgisse uma boa proposta por ele, acho que valeria a pena vender. Neilton também não vai ficar, então o clube vai precisar ir ao mercado para repor sua saída.









